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06-Mai-2008 |
 O malware, seja de que tipo for (vírus, spyware, trojans, etc.) não é mais do que um programa informático. Igual a um jogo ou a um processador de texto, mas com intenções maliciosas. E daí vem o nome “malicious software”. Actualmente, estamos muito mais expostos a software malicioso do que possamos pensar. Em todos os dispositivos que corram alguma espécie de software pode sempre existir a possibilidade de alterar os programas armazenados. Em alguns é mais simples, como no caso de um telemóvel, em que podemos descarregar novos jogos, programas ou toques. Em outros é muito mais difícil, como televisores ou consolas (ainda que fazível). |
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04-Mar-2008 |
 Vários estudos do PandaLabs e de outras entidades credíveis da indústria apontam para os Remote Control Trojans (RTC) como uma das ameaças em maior expansão nos últimos anos. Como bem nos lembramos, até há alguns anos, o malware era essencialmente composto por worms que se aproveitavam dos endereços de e-mail do utilizador insuspeito para se reenviar em quantidades, worms que atacavam servidores Web aproveitando-se das suas fraquezas e worms que se aproveitavam das vulnerabilidades dos PCs para os fazer crashar, ou reiniciar ou o que fosse. Contudo, parece que está a dar-se uma mudança na forma como o malware ataca o cidadão comum, uma mudança lenta mas com o potencial de vir a causar talvez mais estragos do que no passado. Esta tendência explica-se pelo facto de a grande maioria do spam actualmente distribuído recorrer a máquinas afectadas por este tipo de código malicioso, o que torna a sua disseminação um negócio extremamente lucrativo. |
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02-Jan-2008 |
 Há algum tempo, quando recebia uma chamada de um amigo com quem não falava havia tempo, era porque existia algum tipo de malware no seu computador. A situação era típica: uns CDs com um programa pirateado ou um e-mail aberto sem preocupação. No entanto, a pergunta que me fazem nos últimos tempos é bem distinta: “Porquê que não consigo alterar a página de início do Internet Explorer? Aparece-me sempre uma página estranha!”. Esta situação recebe um nome bastante elucidativo – browser hijacking (sequestro do browser). Produz-se quando existe um programa no sistema (geralmente spyware ou adware) que vigia as alterações feitas à página de início do Internet Explorer. Na prática, isto supõe que quando o utilizador tenta voltar a utilizar a sua página favorita, o programa se encarrega de eliminar a alteração efectuada e restaurar os valores que fazem com que apareça a página indesejada. |
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27-Nov-2007 |
 Há já algum tempo têm circulado rumores acerca dos alegados perigos da Web 2.0. A nova forma como as pessoas utilizam a Internet e as ferramentas que tornam possível a colaboração entre utilizadores conduziu à percepção de que está a abrir portas para novos sistemas de infecção. Isto simplesmente não é verdade. O que acontece é que o malware está a explorar estes novos canais para se propagar ainda mais rapidamente. As infecções continuam a estar alojadas em páginas Web. Os produtos antivírus possuem sistemas para detectar códigos maliciosos descarregados da Internet, e podem oferecer protecção independentemente do código malicioso ser proveniente de uma disquete ou de um blog. |
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17-Out-2007 |
 No último filme da saga Die Hard, recentemente exibido no nosso país, um terrorista conseguia controlar todos os computadores dos Estados Unidos graças a um ciber-ataque. Além de ser um bom filme, o tema em si já é interessante, pois sublinha a nossa dependência social dos sistemas de TI. Felizmente, esse controlo absoluto não passa (para já) de ciber-ficção: o atacante consegue mesmo cortar o abastecimento de água das casas. Não há dúvida de que a gestão da água está muito dependente dos sistemas informáticos, mas para já não depende exclusivamente da Internet. Haverá sempre alguns sistemas mais antigos em utilização. |
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