 Nos últimos anos tem vindo a aumentar o número de crianças que todos os dias se atrevem a explorar os espaços infinitos da Internet - um mundo criado por adultos para adultos. E cada vez mais surgem, se não intensas disputas, pelo menos dúvidas… devemos ou não permitir às crianças o uso da rede das redes? A maioria dos investigadores, especialistas e simples utilizadores está convicta de que a resposta a esta pergunta é “sim”. Dizem que Internet permite às crianças estudar, desenvolver-se, aprender a usar a comunicação virtual, que a par da comunicação real, se transformou em parte indispensável da nossa vida. E é sobre este fundamento que se cria a Internet infantil “segura”, como espaços de função similar aos parques infantis no mundo real. Aqui as crianças podem relacionar-se com amigos da sua idade, jogar diversos jogos e até há locais parecidos a livros infantis. Contos, poesias, literatura para os mais pequenos e inclusive livros para pintar - tudo isto se pode encontrar nas estantes virtuais da Internet infantil. Para os mais pequenos utilizadores de Internet são criados sistemas de busca exclusivos que indicam apenas as páginas para crianças.
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O spam, ou as mensagens de e-mail não desejadas, é ilegal em muitos países. Mas, então, porque é que se insiste em combatê-lo por vias técnicas e não legais? Este artigo fala sobre a legislação antispam sancionada em vários países e a sua eficácia. Também analisa o que podemos fazer para que essa legislação seja mais eficaz. Cada utilizador da Internet e do correio electrónico está já bastante familiarizado com o spam. Afinal, o actual tráfego de e-mail contém cerca de 85 por cento de mensagens spam. Não é, por isso, novidade que o spam pode causar sérios problemas, como o excessivo tráfego de correio, a sobrecarga dos servidores (que constitui uma verdadeira dor de cabeça para os fornecedores de serviços de email e para as redes locais corporativas), perda de tempo de trabalho do pessoal, que, embora não possa ser avaliada com exactidão, conduz a perdas financeiras consideráveis
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Seguros contra roubos, danos ou acidentes não são coisas fora do comum. De facto, pelo contrário - um certo nível de protecção elementar é indispensável para quem quiser dormir bem à noite. Embora este princípio também se aplique aos recursos digitais, a protecção destes está frequentemente muito longe de ser a norma.Viver para o momento nem sempre se aplica àquilo que consideramos serem as coisas sérias da vida. Tendemos, por isso, a encarar esses momentos importantes com grande seriedade. Quando duas pessoas se casam, por exemplo, a data para fundir as suas contas bancárias e os seus assuntos administrativos, muitas vezes é escrita com letras grandes no calendário. Logo após o casamento, as apólices dos seguros dos carros dos noivos são fundidas e os bens comuns da agora nova família são segurados contra incêndio, inundação e roubos. A enorme necessidade deste tipo de protecção é confirmada pelas estatísticas da indústria de seguros, que mostram que os grupos seguradores estão ao lado de empresas de petróleo e gás e prestadores de serviços financeiros na lista das maiores corporações do mundo [1].
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 Nos dias que correm, e por mais incómodo que seja, o spam tornou-se parte integrante da nossa vida quotidiana, e tal como muitas outras coisas, reflecte o que acontece na economia mundial. Em princípio, não é necessário abrir a pasta “a receber” do correio, e aí encontrar numerosas mensagens não desejadas, para confirmar a certeza desta tese. No entanto, se analisarmos o contexto geral, resulta evidente que os temas e as tendências de desenvolvimento do spam mantêm estreita relação com o panorama financeiro mundial. Para entender esta correlação, e aceitá-la, é necessário, antes do mais, responder à pergunta: “O que é o spam?” Existe uma definição precisa e amplamente aceite: o spam é o correio anónimo, em massa e não desejado. No entanto, do ponto de vista do destinatário, não passa de lixo indesejável que congestiona a sua caixa de correio recebido.
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As complexas ameaças actuais
O actual panorama de ameaças é muito complexo. Os ciber-criminosos usam uma ampla variedade de ameaças para “sequestrar” computadores pessoais e, assim, ganhar dinheiro ilegalmente. Tais ameaças incluem Trojans de muitos tipos diferentes, worms, vírus e exploram códigos desenhados para activar malware que usa as vulnerabilidades do sistema operativo ou das aplicações. Os ciber-criminosos empregam ainda uma variedade de técnicas sofisticadas para esconder a actividade do malware ou para tornar mais difícil encontrar, analisar e detectar o código malicioso, aos pesquisadores antivírus.
Portanto, é fácil enquadrar o problema da criminalidade, e respectivas soluções, em termos meramente técnicos. Mas, estamos convictos que é igualmente essencial enfrentar os aspectos humanos do cibercrime.
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Cerca de 75 por cento das crianças na Europa utilizam já a Internet. Embora a maioria dos pais sejam também eles utilizadores da Internet, muitas vezes - e ao contrário do que acontece noutras áreas da vida – ficam atrás dos seus filhos em termos de experiência. Existem, no entanto, medidas simples que todos podemos tomar para proteger os nossos filhos enquanto navegam.Telemóveis, consolas de jogos e serviços da Internet: enquanto os adultos ainda andam às apalpadelas ou à procura dos seus óculos de leitura, já as crianças e jovens estão bem versados na sua utilização. E, como não têm medo da tecnologia, mergulham simplesmente de cabeça em águas onde os adultos temem entrar. É, porém, errado pensar que só porque o nosso filho de 10 anos consegue mostrar-nos como criar um álbum de fotos a partir das imagens da sua câmara digital, ele ou ela já é esperto o suficiente para evitar os perigos da Internet. É precisamente aqui que os pais, mesmo aqueles que não são técnicos, têm de entrar em cena.
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